quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Ainda o clássico dos "Manéis" do mestre da tática
às
15:29
Taticamente o Benfica foi superior. Ao Porto competia-lhe
tomar a iniciativa do jogo, mas o Benfica esteve genial. O Brahimi nunca saiu
do bolso do Maxi, Tello nunca ganhou os duelos com o sublime André Almeida
(Quaresma apenas uma vez), Samaris fez o melhor jogo desde que chegou ao
Benfica e juntamente com Enzo tomaram conta do meio campo e Jackson falhou
sempre nas escassas oportunidades que teve. Talisca e Salvio quase nem
precisaram de aparecer porque Lima fez de tudo um pouco: primeira pressão no
adversário, recuperação, irreverência nas alas e no centro e presença no local
certo para rematar e fazer golos.
O Benfica jogou inteligentemente bem ao aproveitar as oportunidades
do jogo, com um pouco do cinismo italiano na maior parte do tempo mas com uma
ofensiva tipicamente inglesa: rápida e eficaz. Por outro lado, o Porto mostra
debilidades em cima de debilidades frente a equipas mais fortes. Nos outros
jogos a qualidade individual dos jogadores vai resolvendo o assunto. É
impressionante que ao fim de mais de 20 jogos (juntando todas as competições) o
Porto praticamente nunca conseguiu convencer coletivamente, simplesmente porque
não existe sinergias entre o individualismo de cada jogador. E essas sinergias compete
unicamente ao treinador criá-las.
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